
Quem vive de hotel em hotel já deve ter percebido a forma como o papel higiênico fica disposto no banheiro. O engraçado que é um detalhe tão bobo, mas que faz com que o hospede se sinta “bajulado”. Nas andanças da internet achei esse vasinho, achei de uma originalidade tão grande que decidi postar aqui.
Ficou curioso? Quer saber como faz? So, DIY
Hoje cedo dirigindo na Dutra pra vir trabalhar um caminhão cegonha estava trazendo 20 fusquinhas e um trem na parte de baixo. Eram partes de um parque de diversões.
Não consegui parar de rir pelo resto do trajeto
Carnaval pra mim é coisa do capeta! Eu não sou nenhuma puritana nem demagoga.
Mas dentre tantas festas, a festa da carne é a que menos me agrada. Eu prefiro mesmo é aproveitar os dias de folga pra colocar a casa em ordem. Sábado e domingo eu tirei o dia pra faxina da casa e das minhas coisas, e funciona!
Dizem que pra brasileiro o ano só começa depois do carnaval, pra mim a única coisa que começa depois do carnaval é a semana santa. E até lá meu bem, eu tenho muita coisa pra fazer.
Cheguei cedo na fábrica, tenho tasks pra fazer, pra testar, pra implantar… não to com tempo pra sambar não.
Nem pense que o assunto é de cunho intimo pois não é.
Sabe o que eu acho mais engraçado nesse mundo? Atraimos coisas.
Duas coisas que descobri hoje é que eu não só atraio mas também sou atraida por coisas muito estranhas.
Primeiro eu sou atraida por Rodrigos engenheiros elétricos (e as coincidências param por ai e ponto), segundo meu trabalho é achar soluções (pra quem não sabe sou BA – business analyst, de uma empresa do ramo aeronáutico) por consequência basicamente o que faço é achar soluções para o que há de problemático nos processos entre outras coisas mas o que é estranho…eu atraio problemas.
Eu me garanto sozinha nesse ramo! Essa história de cliente interno é totalmente desnecessária pra mim… totalmente!
Confesso que eu estava realmente querendo mudar meu look.
Fui pro salão dos meninos crendo que sairia de lá de cabelinho curto com algum tom que variasse entre o castanho médio a claro bem discreto. E o que eu ganho são: um cabelo na altura do pescoço com luzes e dois amigos querendo que eu os acompanhasse na parada já que eles estão brigados.
Dois problemas: eu loira de cabelo curto numa parada gay com dois gays brigados prontos pra se reconciliarem a qualquer momento e me deixarem sozinha lá no meio da multidão podendo ser assediada por alguém (??). Nem pensar, amo meus amigos mas nesse caso precisei dizer um incisivo NÃO =(
Update: Agora troquei dois problemas por um. Todo mundo amou o cabelo que eu nem tinha gostado tanto assim mas até que estou curtindo. Os meninos fizeram as pazes entre eles, mas não comigo depois do NÃO que eu dei =\
Eu já tinha dito que meus dentes estavam molinhos né? Bom, se não tinha dito, disse agora.
Enfim, com os dentinhos moles não consegui comer nada no Microsoft Directions, cheguei em casa com uma fome de dar nó no estômago. Convidei a mamys pra tomar caldinho lá no Corujão. Pedimos os caldinhos, sentamos nos banquinhos, encontramos o dentista dela e depois de muito papo decidimos voltar pra casa. Parada na entrada principal do INPE esperando o semáforo abrir avistamos uma moto rodando e um cara rolando no meio da rua a uns 60 metros de distância.
Foi espetacular o tombo. Te juro! Quando o semáforo abriu fui descendo devagarinho por causa do indivíduo caído na rua, nesse ponto já sendo socorrido pelo povo que montou uma muvuca na rua mais do que depressa. Passamos do lado do motoqueiro e ainda tentamos ver quem era, mas a muvuca era tanta que não conseguimos.
Já parada na frente da garagem esperando que minha mãe abrisse o portão, ouvimos um rapaz gritando na casa da vizinha por alguém porque o vizinho (que prefiro nem citar o nome da anta) tinha caído de moto.
Na hora percebemos que era do mesmo acidente que estavamos pensando. Na ausência da vizinha as crianças dela correram pra fora em prantos, e daí entro na história (eu mereço!)
Nem guardei o carro e fui com a filha mais velha da vizinha buscá-la no trabalho pra ir socorrer a tal anta. Não preciso nem acrescentar aqui todo o nervosismo da pobre moça e de suas crianças. Com todo mundo já dentro do carro nos dirigimos ao local do acidente.
Lá chegando só estavam dois policiais e dois “marronzinhos” e a moto que nem estava tão acabada em relação ao tombo que vimos.
Daí vem o motivo pelo qual chamo o vizinho de anta. O cara faz aniversário no mesmo dia em que mamys (dia 6 de março) a habilitação estava vencida mais ainda dentro do prazo de renovação(1 mês) mas o bonito estava bêbado. E sabe porque o bendito caiu? Porque foi brincar de fazer o obstáculo de rampa e a moto ao invés de ir ao chão com as duas rodas foi de bico. O que explica porque foi que o paralama dianteiro estava enfiado no pneu.
O pobre policial contava baixinho pra minha vizinha que chorava feito desesperada para que o marronzinho não ouvisse e apreendesse a moto e os documentos da anta. Muito bacana da parte do policial por sinal.
Depois de tudo “esclarecido” achamos um rapaz que se dispos a levar a moto pra casa da vizinha enquanto íamos para o hospital…
E se vc acha que a história para por ai… só começa…
Ó… vou te dizer não mexe comigo hein? Meu, resfriado daporra, nariz escorrendo que nem cachoeira e a linda da dentista decide colocar espaçadores porque agora vou ter que usar aparelho nos dentes inferiores.
A garganta dói, os dentes doem, tudo dói. Daí hoje, quando tá tudo bem… quer dizer… tava tudo bem a linda da dentista disse que não colocaria mais as bandas, que sentia muito pela dor que eu passei (detalhe: EU senti muito) mas que iria colocar tubosdenãoseioquela?! porque as bandas judiariam demais… as bandas judiariam? e os espaçadores que ficaram me amordaçando por uma semana (fora o bafo que minha mãe disse que não tinha mas eu sei que foi só pra me agradar) não judiou?
Ah vaca! Próxima encarnação deixa ela comigo! Eu pego…. ah pego.
Eu tenho que contar isso…
Hoje dei uma passada rápida numa agência do Banco Real pra fazer umas coisinhas… Entrando na área dos caixas eletrônicos, eis que avisto saindo de uma das máquinas uma antiga professora do ensino médio. Foi engraçado porque a gente nem se falou e foi logo se abraçando, ela perguntando o que eu fazia da vida e blablabla… bem legal… até que…
Eu a chamo de Cidinha, e chamei uma, duas, três… sei lá quantas até que ela diz assim… não Gilmara, Cidinha é a minha irmã eu sou a Celinha… :O
Fiquei de boca aberta, a professora lembrou do meu nome e eu tinha me esquecido do dela. Obviamente não foi por mal, mas que foi bem engraçado foi, depois de ter conversado por meia hora me despedi pedindo desculpas e chamando ela de Celinha.
Detalhe: ela era minha professora de física, logo física que eu sempre curti pacas…tsc tsc… sou doida mesmo.
Pronto contei… ah feliz dia das mulheres né? Tadinha da Cidinha… ups… Celinha…hehe
Hoje eu to com a macaca! Acordei num bom humor do cão, nem eu sei porque.
Semana de gastar pra danar, sem carro e no seco. Sabe Deus, meu humor me irrita as vezes.
E tava indo bem, seguindo o compasso, tava começando a achar que o dia seria bom mesmo sem sol lá fora. E quando dou por conta quase mando alguém que gosto pra caramba ir se danar.
Meu eu fico “p” da vida com quem me ignora meu. Vá se ferrar!
Update 11:46am – Quase chamo uma infeliz de uma mal amada agora de mal educada. Porque será que tem gente no mundo que ainda acha que pra demonstrar competência no ambiente de trabalho precisa gritar e ser ríspida o tempo todo com todo mundo? Bom mesmo é responder com toda educação do mundo e a pessoa perceber que estava errada, desequilibra até!
Como é a vida né? Pela primeira vez no ano não fui trabalhar em um sábado.
Tava aqui fazendo uma faxina no guarda roupas e o telefone do quarto tocou. Ele nunca toca, acho que no máximo 6 pessoas tem esse telefone então atendo de qualquer jeito…
eu – O que?
voz – De boa? Desencana de tudo isso!
eu – Ah é? – Tentando reconhecer a voz e me situar em que assunto de repente eu estava
voz – Beleza então… ó só Lu ligo mais tarde ta bom? – e desligou…
Tá vendo? Mensagem subliminar a ligação não era pra mim… mas eu desencanei.
O sábado foi bom pra mim.